Monitoramento Político Nas Redes sociais: Mito Ou Reali

10 May 2019 09:27
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<h1> Marketing Em Redes sociais: Cinco Sugest&otilde;es Pra voc&ecirc; Divulgar Seu Neg&oacute;cio : Compara&ccedil;&atilde;o Entre Twitter E Facebook</h1>

<p>Neste instante n&atilde;o &eacute; novidade que as organiza&ccedil;&otilde;es utilizam Twitter, YouTube, Facebook, Instagram, Pinterest e WhatsApp pra se comunicar com seus clientes e promover seus produtos. ”. As Tr&ecirc;s Melhores Respostas Receber&atilde;o Livros Autografados , as marcas ainda t&ecirc;m muito a compreender nesse sentido. Marketing De Assunto X Marketing Para M&iacute;dias sociais um ano foi marcado por gafes nas m&iacute;dias sociais: respostas ofensivas, campanhas mal articuladas e t&eacute;cnicas mal aplicadas ainda acontecem no universo corporativo, dentro e fora da web.</p>

<p>Relembre alguns casos de empresas que erraram em tuas redes sociais em 2015 e acesse o que voc&ecirc; podes recolher como li&ccedil;&atilde;o dessas gafes. Lan&ccedil;ar campanhas que estimulem o engajamento do p&uacute;blico e utilizar as m&iacute;dias sociais para interagir com os seguidores s&atilde;o grandes armas pra fazer uma marca bombar. No entanto se a ideia n&atilde;o for executada com cuidado, o tiro pode terminar saindo pela culatra. Mas, no momento em que a hashtag era postada por um usu&aacute;rio, a resposta do perfil da Itaipava era um tweet autom&aacute;tico que agradecia a participa&ccedil;&atilde;o.</p>

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<p>Obtendo sempre a mesma resposta, independentemente do que era dito na artigo - at&eacute; as reclama&ccedil;&otilde;es eram agradecidas pelo bot -, a campanha acabou virando piada na m&iacute;dia social. O que desejamos estudar com essa falha? A automa&ccedil;&atilde;o poder&aacute; descomplicar (e muito!) a exist&ecirc;ncia de uma organiza&ccedil;&atilde;o, s&oacute; que &eacute; preciso saber quando e como us&aacute;-la. Ver de perto a comunica&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico e oferecer respostas acertadas pode ser mais trabalhoso, por&eacute;m o empenho claramente ser&aacute; conhecido e valorizado. Em um mundo no qual todas as considera&ccedil;&otilde;es podem ser facilmente compartilhadas, as organiza&ccedil;&otilde;es devem saber lidar com avalia&ccedil;&otilde;es e reclama&ccedil;&otilde;es que, eventualmente, podem ser divulgadas na web e tomar grandes propor&ccedil;&otilde;es.</p>

<p>Em novembro, uma cliente da lanchonete paulistana Dog Haus citou em teu perfil no Facebook que, se bem que a comida e o atendimento da corpora&ccedil;&atilde;o fossem &oacute;timos, o lugar era decorado com cartazes de cunho machista. Em resposta, a organiza&ccedil;&atilde;o, por meio de tua p&aacute;gina na rede, comentou que aqueles que concordaram com a cr&iacute;tica eram um “bando de babacas” e ainda aconselhou que os ofendidos procurassem outra lanchonete. O que podemos aprender com essa falha? Uma pessoa criticou sua marca? Rebater com uma ofensa n&atilde;o &eacute; a melhor solu&ccedil;&atilde;o!</p>

<p>N&atilde;o esque&ccedil;a que as m&iacute;dias sociais s&atilde;o canais oficiais e est&atilde;o vinculadas &agrave; imagem da empresa e, ent&atilde;o, o exerc&iacute;cio deve ser feito com o mesmo profissionalismo e respeito que o atendimento presencial. &Eacute; comum que corpora&ccedil;&otilde;es busquem uma abordagem leve e com um toque de humor pra suas campanhas, o que poder&aacute; dar muito correto e tomar a estima do p&uacute;blico. Contudo, &eacute; necess&aacute;rio muito, muito, todavia muito cuidado com essa estrat&eacute;gia. Focos s&eacute;rios e sens&iacute;veis precisam ser tratados com cuidado pra atravessar retirado de poss&iacute;veis mal-entendidos. Em junho, a Novalfem escorregou na concep&ccedil;&atilde;o de uma campanha e acabou tendo rea&ccedil;&otilde;es bastante negativas.</p>

<p>A compara&ccedil;&atilde;o de algo s&eacute;rio, que &eacute; a robusto afli&ccedil;&atilde;o e o inc&ocirc;modo sentidos por v&aacute;rias mulheres, com uma “frescura” ou reclama&ccedil;&atilde;o infundada n&atilde;o foi bem-visibilidade. Logo, uma s&eacute;rie de considera&ccedil;&otilde;es foi surgindo e, em meio &agrave; insatisfa&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico, a marca acabou retirando a campanha do ar. O que desejamos aprender com essa falha? Antes de lan&ccedil;ar cada campanha, &eacute; fundamental avaliar se a mensagem que voc&ecirc; pretende avisar est&aacute; clara e n&atilde;o abre probabilidades pra outras interpreta&ccedil;&otilde;es.</p>

<p>N&atilde;o s&oacute; as grandes marcas necessitam se preocupar com a maneira na qual lidam com compradores: menores empreendedores assim como devem primar pelo agrad&aacute;vel atendimento, em todos momentos. N&atilde;o foi o que ocorreu com um lojista do Mercado Livre. Uma fregu&ecirc;s comprou um objeto e n&atilde;o recebeu o pedido no prazo estimado. Ela foi, em vista disso, em busca de esclarecimentos, entrando em contato direto com o vendedor, que justificou o atraso com a inexist&ecirc;ncia do produto em estoque.</p>

<p>Insatisfeita, a comprador cancelou a encomenda e pediu a devolu&ccedil;&atilde;o do dinheiro. O que de imediato era uma ocorr&ecirc;ncia complicada, acabou ainda pior com a rea&ccedil;&atilde;o do vendedor. Em mensagens no WhatsApp, o lojista xingou a cliente, usando palavras de pequeno cal&atilde;o. O caso acabou com o vendedor suspenso do Mercado Livre. O que podemos assimilar com essa falha? Ganhar um pedido de cancelamento n&atilde;o &eacute; o melhor cen&aacute;rio pra uma loja, por&eacute;m &eacute; necess&aacute;rio saber resolver com profissionalismo com a circunst&acirc;ncia e jamais deixar de prestar um bom atendimento.</p>

<p>Desse jeito, &eacute; poss&iacute;vel evitar que a imagem da empresa seja afetada ou at&eacute; mesmo que o consumidor n&atilde;o seja perdido para sempre. Nas redes sociais, todo cuidado &eacute; insuficiente: cada detalhe &eacute; cadastrado pelos usu&aacute;rios e cada defeito corre grande risco de se transformar em piada na web. Foi o que aconteceu em janeiro com a Blackberry.</p>

<p>A marca usou teu perfil oficial no Twitter pra publicar seu novo paradigma. At&eacute; a&iacute;, tudo normal. O problema foi que a mensagem de divulga&ccedil;&atilde;o foi publicada na rede social atrav&eacute;s de um iPhone, artefato da Apple, concorrente da Blackberry. O escorreg&atilde;o n&atilde;o passou despercebido e teve grande repercuss&atilde;o na m&iacute;dia internacional.</p>

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